just another one
estou escrevendo aqui pra não mandar mensagens. nada do que está aqui precisa fazer sentido, então lá vai.
nos conhecemos numa sexta qualquer. não foi interesse à primeira vista, mas a bebida (amém, Gaúcho) me fez ver além. aquele carinha falante e gente boa que estava ali tornou-se interessante de uma forma que eu nem sei explicar. eu poderia ter me interessado por qualquer pessoa, mas foi você. quando te vi de verdade pela 1a vez na noite, te achei um fofo. assim, dunada. daí até nosso primeiro beijo, rolou muito papo! eu achei linda a forma como você se empolgava falando do seu autor favorito. eu estava louca pra te beijar, confesso, mas não queria te interromper, porque fiquei encantada com a forma que você falava!
enfim, nos beijamos. meu deus, e que beijo! mesmo depois de todo esse tempo, eu consigo lembrar daquela sensação... além disso, lembro de ter falado várias bobagens, afinal, eu estava sob efeito de álcool, HAHA. mas o que eu mais lembro é de ter falado como as coisas iriam terminar entre a gente. afinal, você era só mais um carinha com quem eu estava ficando. alguém que pegaria meu número, falaria por uns dias, faria eu me sentir a mais especial das mulheres e, depois de me enrolar, sumiria como todos os outros. você sorriu e disse algo como "um dia de cada vez". ali, eu percebi o quanto nós éramos diferentes. (ok, eu percebi um pouquinho antes disso, quando te falaram do meu interesse e você só disse "deixa rolar").
anyway, você disse pra vivermos um dia de cada vez e eu sorri. nos beijamos mais vezes e trocamos palavras ousadas e sinceras (da minha parte, pelo menos). o que eu não disse é que, enquanto eu te falava como as coisas terminariam, eu meio que suplicava, lá no fundo da alma, "por favor, que dessa vez não seja assim". eu esperava que você fosse só mais um cara escroto, porque eu me habituei a esperar apenas por coisas ruins... se você soubesse do meu histórico, entenderia. ou não. você parece ser muito evoluído pra isso, haha. mas os dias foram passando e eu fui dançando conforme a música. depois de alguns dias de papos virtuais, nos encontramos uma segunda vez, uma semana e meia depois de nos conhecermos. saí de casa e fui tentar te encontrar "ao acaso", porque você insistia em deixar rolar, programar encontros não é sua praia. conversamos, nos beijamos (amém), te falei mais uma vez do quanto sou louca e te deixei me conhecer um pouco mais. eu sou mesmo um livro aberto, me entrego fácil demais e isso não é bom. nesse dia, eu voltei pra casa animadinha, com meu coração quentinho, porque a noite tinha sido maravilhosa (e olha que nem transamos, o que parecia ser meu objetivo desde sempre). decidi acalmar meu coração e seguir com a vida. a vontade de te ver uma outra vez permanecia. eu queria teus beijos, teus carinhos, nossas conversas... mas parece que quanto mais eu queria isso, mais a frequência do nosso contato ia diminuindo... tudo bem, afinal, esse é seu jeito de ser. mas eu não posso negar que comecei a sentir falta da tua procura.
quando eu te mandei áudio bêbada dizendo que queria te ver e você respondeu horas depois falando coisas fofinhas, meu coração ficou quentinho de novo.
dias depois, eu tentei te encontrar e não deu certo. tentei acalmar o coração e só esperei. mas então você não me procurava mais como antes e eu me desesperei.eu não te disse, mas você foi o motivo da minha bad. não necessariamente você, mas as inseguranças que afloraram com a falta da sua procura. eu tentei seguir o baile e dançar conforme a música. parei de tentar forçar conversas, mesmo sentindo saudade, mesmo pensando em compartilhar várias coisas do meu dia contigo! esperei tua disponibilidade para um terceiro encontro, afinal, eu queria muito te ver... depois de quase um mês do nosso segundo encontro, nos vimos de novo. eu saí de casa consciente de que este seria o último. mais uma vez, meu coração pedia pra eu estar enganada, mas nosso contato já tava tão superficial que eu tinha certeza de que ali seria o fim.
nos encontramos, fui fofa com você, me ferrei (sim, os cartões). passamos horas e horas conversando sobre a vida, falando das nossas loucuras, trocando beijos e carinhos. não vimos a hora passar, como de costume.
eu não sei se você entendeu, mas toda a conversa que tivemos antes de nos beijarmos pela primeira vez naquela noite eram pedidos disfarçados. pedidos de que você não me fizesse de trouxa, de que você não me deixasse no escuro, que conversasse comigo sobre qualquer coisa... eu tentei deixar claro mais uma vez o quanto sou guiada pela ansiedade e quanto fico inquieta quando sinto que as coisas estão fugindo do meu "controle". você, como sempre, foi um fofo e acalmou meu coraçãozinho com seu papo, seu carinho... a noite foi ótima outra vez! eu confessei o quanto gosto de estar contigo e o quanto penso na gente juntinho fazendo vários nada. te assustei? espero que não. a verdade é que disse isso porqueeu gosto de você, só não sei como... calma! não te farei lidar com esse fardo. pelo menos não pretendo. até porque nem eu sei direito o que sinto!
mas voltando ao encontro... você me disse muitas coisas a respeito do seu jeito e não pediu que eu entendesse, só falou de suas peculiaridades. eu me encantei com a forma como você encara a vida. tão diferente de mim! você é bem "good vibes". eu sou pilhada. você vive o momento. eu planejo. você guarda o melhor de cada experiência. eu guardo o pior. você não espera nada. eu tenho expectativas negativas, porque eu já espero a frustração. no fim, percebi que somos parecidos nas loucuras, mas também bem diferentes.
depois de mais um encontro bom, eu voltei pra casa confusa. confusa porque eu não sabia o que sentir em relação a você. quando eu falei de você para algumas pessoas, ouvi coisas do tipo "eu já teria desistido". na real, eu não sei por que ainda não desisti. acho que é porque gosto de nós. acho que temos potencial, haha.
é difícil saber o quanto você ainda tem interesse em mim! eu dificulto um pouco o joguinho, eu sei. afinal, eu não deixo de te procurar, mas é porque eu não vejo motivos pra NÃO falar contigo, :( de qualquer forma, eu tenho tentado te deixar de lado, esperar que você venha me procurar... mas eu tenho tanto medo!!! medo de descobrir que você não está mais tão interessado em mim, medo de já ter estragado tudo entre nós e estar fazendo papel de boba achando que ainda existe algo pra acontecer... eu não quero que o nosso último encontro tenha sido o último de todos!!! eu ainda quero te ver, mas eu tô confusa.
eu queria poder te explicar tudo isso que tô sentindo, porque eu tenho certeza que você me acalmaria. você me abraçaria, me beijaria, provavelmente diria, "um dia de cada vez" e eu ficaria bem! porque nós somos assim: eu sou tempestade, você calmaria.
e, no fundo, eu só queria que você gostasse de mim. não queria ser mais uma na sua vida. mas eu não posso te pedir isso! só o que posso fazer é pedir pra você perdoar a loucura e não desistir de mim. e, se for desistir, me deixa saber o que tá acontecendo! não me deixa no escuro. não fica sem falar comigo. por favor.
nos conhecemos numa sexta qualquer. não foi interesse à primeira vista, mas a bebida (amém, Gaúcho) me fez ver além. aquele carinha falante e gente boa que estava ali tornou-se interessante de uma forma que eu nem sei explicar. eu poderia ter me interessado por qualquer pessoa, mas foi você. quando te vi de verdade pela 1a vez na noite, te achei um fofo. assim, dunada. daí até nosso primeiro beijo, rolou muito papo! eu achei linda a forma como você se empolgava falando do seu autor favorito. eu estava louca pra te beijar, confesso, mas não queria te interromper, porque fiquei encantada com a forma que você falava!
enfim, nos beijamos. meu deus, e que beijo! mesmo depois de todo esse tempo, eu consigo lembrar daquela sensação... além disso, lembro de ter falado várias bobagens, afinal, eu estava sob efeito de álcool, HAHA. mas o que eu mais lembro é de ter falado como as coisas iriam terminar entre a gente. afinal, você era só mais um carinha com quem eu estava ficando. alguém que pegaria meu número, falaria por uns dias, faria eu me sentir a mais especial das mulheres e, depois de me enrolar, sumiria como todos os outros. você sorriu e disse algo como "um dia de cada vez". ali, eu percebi o quanto nós éramos diferentes. (ok, eu percebi um pouquinho antes disso, quando te falaram do meu interesse e você só disse "deixa rolar").
anyway, você disse pra vivermos um dia de cada vez e eu sorri. nos beijamos mais vezes e trocamos palavras ousadas e sinceras (da minha parte, pelo menos). o que eu não disse é que, enquanto eu te falava como as coisas terminariam, eu meio que suplicava, lá no fundo da alma, "por favor, que dessa vez não seja assim". eu esperava que você fosse só mais um cara escroto, porque eu me habituei a esperar apenas por coisas ruins... se você soubesse do meu histórico, entenderia. ou não. você parece ser muito evoluído pra isso, haha. mas os dias foram passando e eu fui dançando conforme a música. depois de alguns dias de papos virtuais, nos encontramos uma segunda vez, uma semana e meia depois de nos conhecermos. saí de casa e fui tentar te encontrar "ao acaso", porque você insistia em deixar rolar, programar encontros não é sua praia. conversamos, nos beijamos (amém), te falei mais uma vez do quanto sou louca e te deixei me conhecer um pouco mais. eu sou mesmo um livro aberto, me entrego fácil demais e isso não é bom. nesse dia, eu voltei pra casa animadinha, com meu coração quentinho, porque a noite tinha sido maravilhosa (e olha que nem transamos, o que parecia ser meu objetivo desde sempre). decidi acalmar meu coração e seguir com a vida. a vontade de te ver uma outra vez permanecia. eu queria teus beijos, teus carinhos, nossas conversas... mas parece que quanto mais eu queria isso, mais a frequência do nosso contato ia diminuindo... tudo bem, afinal, esse é seu jeito de ser. mas eu não posso negar que comecei a sentir falta da tua procura.
quando eu te mandei áudio bêbada dizendo que queria te ver e você respondeu horas depois falando coisas fofinhas, meu coração ficou quentinho de novo.
dias depois, eu tentei te encontrar e não deu certo. tentei acalmar o coração e só esperei. mas então você não me procurava mais como antes e eu me desesperei.
nos encontramos, fui fofa com você, me ferrei (sim, os cartões). passamos horas e horas conversando sobre a vida, falando das nossas loucuras, trocando beijos e carinhos. não vimos a hora passar, como de costume.
eu não sei se você entendeu, mas toda a conversa que tivemos antes de nos beijarmos pela primeira vez naquela noite eram pedidos disfarçados. pedidos de que você não me fizesse de trouxa, de que você não me deixasse no escuro, que conversasse comigo sobre qualquer coisa... eu tentei deixar claro mais uma vez o quanto sou guiada pela ansiedade e quanto fico inquieta quando sinto que as coisas estão fugindo do meu "controle". você, como sempre, foi um fofo e acalmou meu coraçãozinho com seu papo, seu carinho... a noite foi ótima outra vez! eu confessei o quanto gosto de estar contigo e o quanto penso na gente juntinho fazendo vários nada. te assustei? espero que não. a verdade é que disse isso porque
mas voltando ao encontro... você me disse muitas coisas a respeito do seu jeito e não pediu que eu entendesse, só falou de suas peculiaridades. eu me encantei com a forma como você encara a vida. tão diferente de mim! você é bem "good vibes". eu sou pilhada. você vive o momento. eu planejo. você guarda o melhor de cada experiência. eu guardo o pior. você não espera nada. eu tenho expectativas negativas, porque eu já espero a frustração. no fim, percebi que somos parecidos nas loucuras, mas também bem diferentes.
depois de mais um encontro bom, eu voltei pra casa confusa. confusa porque eu não sabia o que sentir em relação a você. quando eu falei de você para algumas pessoas, ouvi coisas do tipo "eu já teria desistido". na real, eu não sei por que ainda não desisti. acho que é porque gosto de nós. acho que temos potencial, haha.
é difícil saber o quanto você ainda tem interesse em mim! eu dificulto um pouco o joguinho, eu sei. afinal, eu não deixo de te procurar, mas é porque eu não vejo motivos pra NÃO falar contigo, :( de qualquer forma, eu tenho tentado te deixar de lado, esperar que você venha me procurar... mas eu tenho tanto medo!!! medo de descobrir que você não está mais tão interessado em mim, medo de já ter estragado tudo entre nós e estar fazendo papel de boba achando que ainda existe algo pra acontecer... eu não quero que o nosso último encontro tenha sido o último de todos!!! eu ainda quero te ver, mas eu tô confusa.
eu queria poder te explicar tudo isso que tô sentindo, porque eu tenho certeza que você me acalmaria. você me abraçaria, me beijaria, provavelmente diria, "um dia de cada vez" e eu ficaria bem! porque nós somos assim: eu sou tempestade, você calmaria.
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